quinta-feira, 7 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
Proposta de Trabalho IV - Memória descritiva
Clique na imagem para ver a infografia animada
No
primeiro ensaio teórico relativo à quarta proposta de trabalho é nos proposto
que façamos uma memória descritiva que justifique e contextualize as nossas
escolhas gráficas e a composição da infografia.
Para esta proposta final optei por utilizar os programas Photoshop, Illustrator e Flash
em conformidade, nas diversas etapas e detalhes do meu trabalho até chegar ao
resultado final da minha infografia.
Para criar
a minha infografia baseei-me numa notícia do jornal Público relativa
a nova regulamentação do Hospital de Braga, quanto à proibição de se usarem
cores de cabelo extravagantes, ou saltos altos, entre outras novas regras.
Como
esta notícia me pareceu bastante gráfica, sendo que existem várias proibições
e novas regras que podiam ser apresentadas graficamente, decidi fazer uma
infografia mais dinâmica e interativa com o flash, em vez de me cingir somente
ao Photoshop e Illustrator.
Primeiramente,
fiz o título, sendo ele “Novo Regulamento do Hospital de Braga” e os subtítulos, “Masculino”, “Feminino” e
“Masculino/Feminino”, da minha infografia para colocar no Flash, através do
Illustrator.
Seguidamente,
fiz uma pesquisa na internet, na qual procurei imagens que representassem cada
proibição e cada nova regra, mostrando o que se podia usar e como e o que não
se podia usar, coloquei-as no Photoshop e à sua volta fiz um circulo em tons de
cinza. Distribuí-as nas suas devidas colunas, cada titulo tinha por baixo de si
colunas de imagens que corresponde a esse título.
No cimo da
página, do lado esquerdo, coloquei o logótipo do Hospital de Braga por duas
razões, a primeira para orientar o leitor no tema e a segunda para fazer uma
hiperligação para o site do Hospital no qual se encontra o novo regulamento.
No fundo
da página, do lado direito, coloquei uma imagem de uma folha a ser virada de
forma a mostrar que se clicar ali irá aparecer uma nova página que nos leva
diretamente para a notícia do jornal Público na qual me baseei para fazer esta
infografia.
Para tornar a infografia mais apelativa e fácil de ler optei por fazer uma cruz em cima do item que já não se pudesse usar ou que fosse proibido e um certo em cima do item que se pudesse usar ou que fosse uma nova regra do hospital.
Para tornar a infografia mais apelativa e fácil de ler optei por fazer uma cruz em cima do item que já não se pudesse usar ou que fosse proibido e um certo em cima do item que se pudesse usar ou que fosse uma nova regra do hospital.
Com o
objectivo de tornar a infografia ainda mais interativa e esclarecedora para o
leitor, decidi colocar legendas em cada item, para além do item ficar maior
quando o selecionamos, aparece também uma legenda no fundo da página, indicada
através de uma mão que aponta para o texto, que explica detalhadamente o que é
possível ou não fazer.
Por
exemplo, nas imagem dos óculos de sol, se clicarmos na imagem, ela aumenta, por
cima dela vemos uma cruz a vermelha que indica proibição, em baixo, em frente à
mão que aponta, vemos uma legenda que explica de que formas não se podem usar os
óculos de sol.
Em todos
os elementos do trabalho procurei que as cores se complementassem e fizessem
sempre sentido, por exemplo a cruz a vermelho, como sinal de proibição e o
certo a verde, mostrando que está certo e optei por um verde forte para chamar
à atenção.
Foi-nos,
também, pedido que fizéssemos o enquadramento e a contextualização da notícia.
Para isso, optei por utilizar o cabeçalho da notícia original do jornal Público
e fiz um printscreen da infografia, que inseri por baixo do cabeçalho de forma
a enquadrar devidamente o meu trabalho.
Ao longo
de todo o trabalho desenvolvido ao nível da criação desta infografia, procurei
sempre que o ele tivesse um design interessante e apelativo, que fosse
esclarecedor e fácil de ler, sem serem necessários auxiliares de texto e,
também, que se apresentasse organizado e bem estruturado.
As etapas da construção da Infografia:
As etapas da construção da Infografia:
terça-feira, 22 de maio de 2012
Proposta de Trabalho IV - Segundo Ensaio Teórico
O segundo
trabalho teórico da quarta proposta de trabalho consistiu em fazer uma análise
crítica sobre a composição gráfica de uma infografia à nossa escolha.
Para isso,
optei por escolher uma infografia relativa ao lucro que a empresa Apple tem
tido com a venda dos seus produtos nos últimos anos, o seu título é “Just How
Big is Apple?” e podemos ter acesso a ela através deste blog, ou do site: http://www.bestcomputersciencedegrees.com/apple/.
Escolhi esta
infografia, pois logo da primeira vez que a li, pareceu-me bastante criativa,
original e cativante, na medida em que todas as próprias imagens são muito
apelativas e explicativas em si próprias, servindo o texto, que às vezes as
acompanha, apenas de anexo complementar.
O titulo é
também muito sugestivo e interessante, leva o leitor a ter vontade de saber
mais sobre o tema e, consequentemente, a ler o resto da infografia.
O lead é pouco
extenso e não chama muito à atenção, mas esclarece bem o leitor para a temática
a ser abordada.
Ao longo da
infografia podemos constatar que existe muita coerência entre cada novo tópico
que é introduzido, uma vez que todos os números que são utilizados para as
explicações estão em destaque, quer pelo seu tamanho, quer pela cor em que são
apresentados, o amarelo, que continuamente se destaca relativamente ao preto e
ao branco que compõe esta infografia.
A infografia
está dividida em secções e em cada uma delas é nos apresentado um dado
diferente e específico sobre a Apple e os seus produtos.
Na primeira
secção podemos ver que o total de vendas desta empresa só no ano de 2011 foi de
128 biliões de euros e isso é mais do que o que produzem internamente 160
nações à volta do mundo, sendo que algumas nos são apresentadas no mapa
terrestre da infografia.
Na segunda
secção constatamos que a Apple é a uma das vinte maiores empresas do mercado
estado-unidense, com 508 biliões de euros. Isto encontra-se devidamente
ilustrado com um gráfico de barras bastante esclarecedor, simples e chamativo.
Na terceira
secção podemos concluir que por cada segundo que passa são vendidos 11 iPads e
por cada minuto 694. Esta situação foi bem explicada através do infográfico do
relógio que nos é apresentado, mostrando que se um bebé nascer e comprar 100
IPads por dia, quando tivesse 82 anos de idade teria cerca de 3 milhões.
Na quarta
secção é nos possível observar que a Apple pretende vender 56,4 milhões de
IPads em 2012, o que, como nos é explicado através do infográfico de um IPad apresentado,
estendendo-se em comprimento iria de Cupertino, na California até à cidade de
Nova Iorque.
Na quinta
secção levanta-se a pergunta “Mais importante do que um carro?” e concluímos,
não só através do infográfico apresentado, com também do pequeno texto de
apoio, que desde que o sistema operativo IOS da Apple foi lançado em 2008, a
companhia vendeu mais do que 200 milhões de aparelhos, o que perfez uma
quantidade de venda, quase tão elevada quanto a quantidade vendida de carros.
Na sexta e última
secção, intitulada de “IPhone still the franchise” é-nos apresentada uma
balança com a torre Eiffel e um conjunto de IPhones (que simbolizam 72 milhões
destes aparelhos) que está perfeitamente equilibrada. Uma imagem do IPhone mais
abaixo, mostra-nos que 40% do rendimento da Apple é conseguido através do
IPhone exclusivamente.
Este é, portanto,
um excelente exemplo de uma infografia, uma vez que ao nível da apresentação
está no seu todo muito bem estruturada, suscitando interesse no leitor, a informação para além
de bem organizada é também concisa, clara e elucidativa. Todos os elementos
gráficos estão em concordância e bem conjugados.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Proposta de Trabalho IV – Elementos que estou a usar na infografia e início do desenvolvimento do trabalho
Optei por fazer a minha infografia em Flash, uma vez que pretendia torná-la numa forma interactiva, dinâmica e acessível de rapidamente compreendermos o que mudou no regulamento do Hospital de Braga, quanto às regras de vestuário e à apresentação física dos trabalhadores, tanto do sexo feminino, como do sexo masculino.
Para isso, numa "folha" do programa Flash comecei por dividir em três categorias o género do trabalhador a que a notícia se refere: trabalhadores do sexo masculino, trabalhadores do sexo feminino e ambos. Para cada uma das categorias existem normas particulares que contemplei utilizando imagens, nas quais quando clicamos, encontramos uma legenda que nos explica cada nova regra, que tenha como base o elemento apresentado.
Aqui estão algumas das imagens que representam os elementos que estou a utilizar na minha infografia:
Para isso, numa "folha" do programa Flash comecei por dividir em três categorias o género do trabalhador a que a notícia se refere: trabalhadores do sexo masculino, trabalhadores do sexo feminino e ambos. Para cada uma das categorias existem normas particulares que contemplei utilizando imagens, nas quais quando clicamos, encontramos uma legenda que nos explica cada nova regra, que tenha como base o elemento apresentado.
Aqui estão algumas das imagens que representam os elementos que estou a utilizar na minha infografia:
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Proposta de Trabalho IV – Escolha da Notícia
A proposta final de Design e Comunicação Visual consiste em
encontrarmos uma notícia que queiramos representar a nível gráfico para a
elaboração de uma infografia jornalística.
A notícia que escolhi para fazer a minha infografia foi a
notícia relativa a nova regulamentação do Hospital de Braga, quanto à proibição de se usarem cores de cabelo extravagantes, ou saltos altos, entre outras novas regras.
Podemos encontrar esta notícia no Público Online, através deste link: http://www.publico.pt/Sociedade/bloco-questiona-legalidade-da-proibicao-de-cores-de-cabelo-extravagantes-no-hospital-de-braga-1543022
Podemos encontrar esta notícia no Público Online, através deste link: http://www.publico.pt/Sociedade/bloco-questiona-legalidade-da-proibicao-de-cores-de-cabelo-extravagantes-no-hospital-de-braga-1543022
Proposta de Trabalho IV – Pesquisa e recolha de infografias
Nesta quarta proposta de trabalho o objectivo final será apresentarmos uma infografia feita por nós, para isso fui pesquisar sobre o que a própria palavra "infografia" significa, assim como alguns exemplos desta.
"Infografias são representações visuais de informação. São gráficos em que informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, no jornalismo e em manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas
vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e
texto." - Wikipedia
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Curiosidade:
A tipografia está por todo o lado
Durante esta semana deparei-me com vários exemplos de tipografias, tanto em redes sociais, como em publicidade e até no motor de busca, Google, sem necessariamente estar a pesquisar esse tema. Achei curioso e decidi publicar aqui no blog.
Aqui estão alguns dos exemplos:
Durante esta semana deparei-me com vários exemplos de tipografias, tanto em redes sociais, como em publicidade e até no motor de busca, Google, sem necessariamente estar a pesquisar esse tema. Achei curioso e decidi publicar aqui no blog.
Aqui estão alguns dos exemplos:
terça-feira, 10 de abril de 2012
Terceira Proposta de Trabalho - Experiência com cores
"Alice no País das Maravilhas"
A imagem original:
A imagem alterada com cores:
A imagem alterada em escala cinzenta:
A imagem original:
A imagem alterada com cores:
A imagem alterada em escala cinzenta:
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Segundo Trabalho Teórico da Segunda Proposta de Trabalho - Análise de uma fotografia
A fotografia que selecionei para
analisar foi a que tirei ao cartaz da peça “As Bocas dos Mortos” que está em
exibição no teatro Rivoli, no Porto.
Escolhi esta fotografia, pois penso que de todas as composições que vi e recolhi para o meu blog, esta é
a que mais se assemelha ao projeto que nos foi proposto, dado que, como podemos
reparar, existe um texto de base (em segundo plano) e a frase “As Bocas dos
Mortos” destacada-se por ente as restantes palavras, que compõe o texto.
“Pensada como um permanente
diálogo com os mortos, a partir da exposição dos cadáveres da Alemanha e do
Mundo gerados pela Guerra, As Bocas dos
Mortos procura dar voz diluindo a separação entre os viventes e os
mortos - porque em certa medida, estamos todos mortos ,sobreviventes à
espera do devir.” (http://asbocasdosmortos.wordpress.com/page/3/)
Este pequeno texto representa o
mote desta peça e penso que está muito bem ilustrado na composição do cartaz,
já que as cores utilizadas são o branco e o preto que estão em contraste, assim
como a morte e a vida.
Compreendemos, também, que o
título da peça se sobrepõe em tamanho ao restante texto, dando quase a ilusão
de que o está a “consumir”, mostrando assim que todos os vivos serão um dia
mortos, este efeito coloca-nos perante um composição fantasmagórica, que simula deslocação e movimento nas letras, tanto devido ao tamanho de umas letras, em comparação com as outras, como também, devido ao espaçamento
entre elas.
Quanto ao tipo de letra, aqui foi
usado um tipo de letra grotesco, de que é exemplo a Helvética, dado que não tem serifa, é redonda, expandida, fina, média (seminegra) e negra
em praticamente todos os seus tipos.
Fazendo uma breve
contextualização histórica, o desenho deste tipo de letras inspirou-se nas
inscrições lapidárias, fenícias ou gregas, feitas com bastões sobre tijolos ou
argila, daí lhes chamarem letras lapidárias ou de bastão. Os ingleses intitulam-na
de sans serif (sem serifa) e os
americanos, para além deste nome atribuem também o nome de góticas ou block-letters. Já os espanhóis denominam-nas de letras de palo seco, os alemães de grotescas e os franceses de antique.
O primeiro tipo desta família de
letras nasceu em 1816, embora só se tenhas tornado mais conhecida em 1925,
quando surgiu o tipo Futura (Paul
Renner), que continua a ser usada e inspirou quase toda a variedade de tipos
pertencentes a esta família, como por exemplo, a Helvética, Univers, Akzident,
Kabel, entre outras.
Concluímos, então, que este é um tipo de letra é apropriado
para ilustrar este tema, uma vez que remonta à antiguidade, era
usado nas próprias lápides e aqui falamos em vida e morte e no seu contraste, como tema principal.
Este é também, um tipo de letra forte, claro e relativamente fácil ler, o que é
adequado, uma vez que o efeito utilizado (aparente movimento e deslocação nas letras) dificulta a leitura.
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